No mundo globalizado a mulher está em todos os segmentos profissionais, antes ocupados apenas pelo homem e demonstram capacidade tanto quanto o mesmo.
Nesse universo, existe a mulher realizada por ser dona de casa. Não aquela que fica em seu lar ociosa, cuidando do marido, dos filhos e dos afazeres domésticos, mas, pessoas qualificadas, independentes, atualizadas, que trabalham e não se esquecem da feminilidade.
O sonho de muitas pessoas quando criança é se realizarem profissionalmente, porém, há seres humanos que sempre tiveram desde a infância, o desejo de ser mãe, ter uma família. Isso não implica em ser submissa e não ter lazer, prazer.
Há quem prefira um emprego que não lhe ocupe todo o tempo, para assim poder dedicar-se ao seio familiar e a educação dos filhos. Ser mãe não é por um filho no mundo e entregá-lo aos cuidados de terceiros, para ir trabalhar, acreditando que está fazendo o certo.
O grande problema da sociedade é a desvalorização da família. A violência tem aumentado absurdamente, devido aos problemas sociais e quem sabe a ausência dos pais que vêem seus filhos esporadicamente, porque são muito atarefados. “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6.”
A mulher tem conquistado merecidamente seu espaço na sociedade e deve manter-se assim, entretanto, não deve esquecer-se do maravilhoso dom que lhe foi dado, o de gerar uma vida e cuidar dela. Se não pode se dedicar a criação de um ser vivo, é melhor não tê-lo.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
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